#013 Futurologia: dias de um passado vencido


 “Ursula; Xavier, eu vejo o dia em que iremos em comitiva para o Núcleo Central, todos no mesmo avião, laptops no colo, gerenciando outros núcleos, do alto.”


“Quem disse a vocês para atacarem as máquinas, seus tolos!? Sem elas vocês todos morrerão!”


Sejam bem-vindos ao 108 Pétalas, a divinação de runas do caminho contrário ao trivial!


Ter controle do que virá no amanhã encanta o mundo há milhares de anos, e fizemos deste encanto um estudo. Em 1927 Metrópolis, clássico de Fritz Lang; baseado nas páginas de Thea Gabriele von Harbou, lançou uma reflexão para se debruçar nos dias atuais, e talvez morramos mesmo sem as máquinas, mas como elas nos matam ou detém a morte?


Em eras mais românticas se faziam ligações das artes marciais com a magia, de forma que um praticante em alguma etapa de treinamento se tornaria um sacerdote protetor de arcanos e capaz de manipular elementos ou ter visões do futuro. Pensando bem talvez tal tipo de associação aconteça até hoje, e dependendo da interpretação, e das camadas de profundidade de cada termo, seja algo bem próximo disso.


Naquele dia estávamos conversando sobre conciliar tarefas administrativas, acompanhar eventos e ter Vida Kung Fu, dentro dele e fora dele. 


Essa, como muitas outras previsões do mestre Julio Camacho, eu guardei comigo para aguardar quando viraria realidade, ou se viraria realidade. 


Acontece que se eu reescrevo que “o praticante de artes marciais pode se tornar um discípulo que guarda um legado; segredo; um registro sigilar, e que interage com fatores a fim de extrair o máximo benefício de cada situação antecipando possíveis acontecimentos próximos.” vai parecer magia para muita gente ainda, pois prever sempre faz lembrar a divinação.


Hoje eu vou me despedindo por aqui, a ideia era só pensar brevemente sobre a capacidade que o Ving Tsun nos traz, inclusive, de estar alguns passos à frente do seu estado atual.


Aguardo vocês no próximo fragmento de memória achada!

Você leu até aqui e quer saber se deu certo não é?

Claro que sim! Só descartar as formas e englobar os conceitos e essências. 


Abraço.

 


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